Aston Martin regista um prejuízo de 135 milhões de euros no primeiro trimestre de 2020
O prejuízo antes de impostos justifica-se com a contração das
vendas em quase 50% provocada pela pandemia de Covid-19.
Apesar deste tsunami financeiro provocado pela pandemia de Covid-19
e que viu a Aston Martin vender, apenas, 578 carros entre janeiro e março
(abril poderá ser quase catastrófico), ou seja, menos 45% que em igual período
de 2019, a casa britânica insiste que o DBX vai recolocar nos eixos da Aston Martin.
O mais impressionante é que a Astn Martin vendeu menos 479 carros nos
primeiros três meses de 2020 que em igual período de 2019, com uma assinalável
descida dos preços que passaram de uma média de 182 mil euros no ano passado
para 111 mil euros este ano. A ausência de modelos exclusivos também contribuiu
para o descalabro de vendas e financeiro.
Apesar de tudo isto, Lawrence Stroll continua confiante. “Sabíamos
que a curto prazo, teríamos muitas dificuldades devido à pandemia e de termos
chegado há apenas umas semanas. Sabemos que até ao final do ano será duro, mas
estou muito confiante no nosso plano multi anual, desenhado para oferecer novos
e excitantes produtos da Aston Martin e que vão direito às necessidades dos
nossos clientes.” Não impede que a gestão da casa britânica esteja a avaliar
como a necessidade de novo aumento de capital para reforçar a liquidez,
enquanto o efeito DBX não se faça notar nas contas.
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