Ariya e X-Trail são os primeiros Nissan a incluir o sistema e-4ORCE na Europa
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O novo sistema de tração às quatro rodas e-4ORCE da Nissan, concebido para automóveis elétricos e eletrificados, faz a sua estreia no mercado europeu com as gamas Ariya e X-Trail.
Com um enorme histórico no que diz respeito aos modelos de todo-o-terreno com tração integral, a Nissan dá agora um passo evolutivo considerável ao apresentar a sua nova solução de quatro rodas motrizes especificamente concebido para automóveis elétricos ou eletrificados.
O sistema e-4ORCE, como foi batizado, explica-se de uma forma bastante simples. O ‘e’ indica-nos o facto de ter sido concebido para um funcionamento conjunto com motorizações elétricas e o ‘4’ representa o controlo individual de cada uma das rodas. Quanto ao ‘4ORCE’, visualmente, é muito semelhante a ‘FORCE’ e foneticamente, o número quatro em inglês também pode dar início à mesma palavra, estando destinado a representar a potência física e a energia do automóvel.
Este novo sistema, destinado a contribuir para uma condução mais tranquila e equilibrada do ponto de vista dinâmico, independentemente dos cenários que possa encontrar ao longo da sua utilização, foi desenvolvido com a combinação da experiência da marca em três elementos: gestão de motores elétricos, sistemas de tração integral e tecnologias de controlo de chassis. Pode ser utilizado pelos modelos da marca totalmente elétricos, ou pelos que incluem o sistema e-Power da Nissan, sendo que, em comum, têm o facto de ser locomovidos em exclusivo por motorizações elétricas, que são alimentadas por uma bateria.
No caso do X-Trail, o sistema de dois motores elétricos conta com uma potência total de 157 kW (213 cv), graças ao motor dianteiro de 150 kW e ao motor traseiro de 100 kW, que permitem uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em apenas sete segundos. No caso do Ariya e-4ORCE, a potência total do sistema é de 225 kW (306 cv), fazendo com que a mesma aceleração dos 0 aos 100km/h demore apenas 5,7 segundos.
A grande vantagem deste sistema está na velocidade em que os dois motores conseguem “comunicar”, o que se traduz numa ajuda preciosa nos momentos em que é preciso uma percentagem de potência diferente em cada um dos eixos motrizes, de acordo com as condições do piso e o posicionamento do carro, melhorando igualmente a vectorização de binário e ajudando a manter o carro na trajetória certa e, desta forma, com uma dinâmica mais apurada, eficiente e segura.
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